FanFic Tokio Hotel

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 When you can't breathe, I will be there [FAN-FIC]

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Adriana♥B.K.♥



Mensagens : 5
Data de inscrição : 02/08/2010
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MensagemAssunto: When you can't breathe, I will be there [FAN-FIC]   Seg Ago 02, 2010 9:15 pm

Aqui está a minha primeira fic. Espero que gostem e comentem please Smile


Prefácio


É o teu ídolo, é aquela voz que ouves todos os dias a cantar-te aos ouvidos através dos fones do MP3, é com ele que normalmente tens os sonhos e as fantasias mais delirantes…
E se ele te aparecesse à frente sem mais nem menos? E se ele se apaixonasse por ti e tu por ele?
Isso não seria nada do outro mundo… Não seria a primeira nem a última vez que isso aconteceria, mas e se ele depois te dissesse que é perigoso para ti e que não podem ficar juntos?
E aqui já não está em causa o facto de ele ser conhecido e adorado por milhares de pessoas em todo o mundo. Trata-se de outra coisa completamente diferente…
Ele é perigoso para ti, mas tu ama-lo incondicionalmente. Ele era capaz de te matar com uma facilidade incrível, ele é uma ameaça para ti, mas ao mesmo tempo ama-te como nunca amou ninguém e tu também o amas da mesma forma. O que farias neste caso?


Última edição por Adriana♥B.K.♥ em Seg Ago 02, 2010 9:21 pm, editado 1 vez(es)
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Adriana♥B.K.♥



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MensagemAssunto: Re: When you can't breathe, I will be there [FAN-FIC]   Seg Ago 02, 2010 9:19 pm

Cap. 1

De repente acordei num sobressalto com a impressão de que estava alguém no quarto. “Maluquices da minha cabeça”, pensei eu. Já não era a primeira vez que tinha esta sensação mas é claro que não estava ninguém comigo no quarto. De qualquer maneira nunca conseguia evitar espreitar debaixo da cama e desta vez também não foi excepção.
Acendi o candeeiro da mesa-de-cabeceira e, então, no preciso instante em que baixei a cabeça, umas mãos magras mas fortes agarraram-me pelo pescoço e prenderam-me à cama fazendo-me ficar deitada de barriga para cima. Mas quando olhei para a cara do intruso em vez de sentir medo, senti euforia e confusão ao mesmo tempo.
-Bill?? Bill Kaulitz? – Exclamei num gritinho agudo e histérico.
Bill Kaulitz estava no meu quarto, na minha cama, quase deitado em cima de mim! “O quê?”, foi a primeira coisa que me veio à cabeça. Depois foi “Oh meu Deus”. E por fim reparei na forma como ele me olhava: o seu olhar estava selvagem e a sua boca entreaberta mostrando uns dentes que de repente me pareceram mortíferos. Mas quando ouviu a minha voz pronunciar o seu nome a sua expressão alterou-se logo. Os seus olhos tomaram uma expressão calorosa e profunda mas confusa ao mesmo tempo e os seus lábios fecharam-se de imediato. Ficámos a olhar um para o outro durante alguns segundos que a mim me pareceram dias.
-Que estou eu a fazer? – Perguntou ele a si próprio com uma expressão cada vez mais confusa.
Eu não era capaz de dizer nada. Simplesmente não acreditava que fosse mesmo ele que ali estava, até porque não fazia sentido nenhum ele aparecer no meu quarto a meio da noite (o quarto de apenas mais uma fã no meio de milhares pelo Mundo fora) e ainda por cima estar com esta expressão tão confusa e no início ter-me olhado de uma forma que parecia que me queria comer.
-O que é que se passa comigo? – Voltou a falar e aproximou-se mais de mim. – O cheiro do teu sangue faz-me crescer água na boca, mas o brilho e inocência do teu olhar impedem-me de te atacar... – Depois afastou-se. – E porque raio estou eu a dizer-te isto?? Tu não podes saber isto! – A expressão dele era quase de agonia.
Eu tentava perceber o significado das suas palavras e, de repente, de forma quase instintiva, os meus olhos viraram-se para a estante onde tinha a colecção dos quatro livros da saga Luz e Escuridão, de Stephenie Meyer. Ele percebeu para onde eu estava a olhar e então disse:
-Sim, é isso mesmo. É isso que eu sou. Mas não é bem como na história, a realidade tem bastantes diferenças.
-Vampiro?? Não…
-Sim, vampiro. – Mal ele disse isto o meu coração parou e o cérebro deixou de funcionar. Fiquei a olhá-lo nos olhos sem qualquer expressão no rosto enquanto ele me olhava de uma forma ainda aflitiva, mas talvez um pouco mais aliviado, assim me pareceu. Voltou a aproximar-se de mim e abraçou-me. Depois largou-me e ficou a olhar para mim, não com uma expressão aflitiva ou confusa, mas sim com a expressão de que um rapaz olha para uma rapariga quando está apaixonado por ela. E no preciso instante em que eu me apercebi disso descobri que também tinha acabado de me apaixonar por ele.
-Mas… - Agora as perguntas dentro da minha cabeça eram imensas e eu não sabia por onde começar. Decidi escolher uma simples e objectiva para começar. – Como entraste no meu quarto?
-Pela janela. Nós somos muito fortes. Mas não te parti a janela, desencaixei-a simplesmente. Depois volto a pô-la no sítio, não te preocupes.
-Hum… Obrigada. Os outros da banda também são vampiros? – E deu-me um arrepio ao pronunciar esta palavra.
-Claro, caso contrário eu e o Tom já os tínhamos atacado. Sabes, existem muitos de nós por aí. Vocês humanos não nos sabem distinguir, mas nós sabemos. Há certos gestos que os vampiros fazem que os humanos não fazem e como já disse vocês não sabem diferenciar esses gestos.
-Não entendo… Como conseguem conviver diariamente com tantos humanos? Como aguentam a…a sede?
-Estás a ver as coisas tal como elas estão escritas nos livros, mas na realidade só temos de nos alimentar de sangue uma vez por mês e podemos comer também a comida normal dos humanos sem qualquer problema. Eu por exemplo adoro pizza. Quanto à sede isso é uma coisa que não é assim tão difícil de controlar como pensas, senão nem seria capaz de estar aqui a falar contigo tão perto de ti.
-E como vieste ter comigo? Porquê eu?
-Segui o cheiro. Nós temos o olfacto muito mais apurado, aliás, é isso que nos atrai, o cheiro do sangue. Alguns preferem sangue mais doce, outros mais salgado… Eu pessoalmente prefiro o doce, e o cheiro do teu é incrivelmente doce. Quando chega a altura de nos irmos alimentar vamos para a rua à noite, inspiramos bem o ar à nossa volta e depois vamos ao encontro do cheiro que nos atraiu mais, deixando-nos levar pelos instintos. Esta noite calhou-te a ti.
-Tu e os outros da banda foram transformados por outros vampiros?
-Não. Os nossos pais também são vampiros, e no meu caso e do Tom os nossos avós também. Normalmente os vampiros apaixonam-se por outros vampiros, é raro um vampiro apaixonar-se por um humano, mas acontece. Mais raro ainda é um vampiro transformar um humano para a sua raça, isso só costuma acontecer quando alguma coisa ou alguém interrompe o vampiro e o humano fica ainda com sangue suficiente para recuperar, ou então quando isso é planeado entre o vampiro e o humano, mas são poucos os vampiros que resistem ao sangue e acabam por matar o humano que iam transformar.
-Pensei que os vampiros não pudessem ter filhos, bem, mas isso é o que vem nos livros, e isso não corresponde totalmente à realidade pelo que estou a ver. E a transformação é tão dolorosa como nos livros?
-Pelo que dizem sim, é. Nisso a escritora acertou.
-Disseste à pouco que são muito fortes… Também são velozes?
-Bastante, essa é a melhor parte de ser vampiro, a sensação de liberdade ao correr!
-São imortais também?
-Imortais não somos, mas o facto de sermos fortes ajuda-nos a fugir de muitas doenças. Mas temos um coração a bater tal como os humanos.
-Porque disseste a bocado que não eras capaz de me atacar?
-Porque tu apagas completamente os meus instintos vampíricos e trazes logo ao cimo o meu lado mais humano.
Dito isto levantou-se da cama. Ficou de pé a olhar para mim e depois disse:
-Por favor não contes isto a ninguém, não é suposto os humanos saberem da nossa existência, isso seria uma desgraça. Nem sei como fui capaz de te contar tudo isto. Se descobrem nem quero ver! – Depois aproximou-se da janela e disse: -Infelizmente ou não, nós vampiros quando nos apaixonamos a sério sabemos logo que é com aquela pessoa que queremos ficar para o resto da vida, mas por vezes não nos apaixonamos pela pessoa certa. Desculpa.
E saiu. Eu fiquei a olhar para a janela durante um bocado e depois belisquei-me para ter a certeza de que estava acordada. “Nem lhe cheguei a pedir um autógrafo ao menos”, pensei enquanto me voltava a tapar com o lençol da cama.
Infelizmente ou não, eu também sabia bem com quem queria passar o resto da vida. E não, não estava a ser precipitada. Conseguia imaginar-me muito bem na pele de uma vampira a passar o resto dos meus dias com o Bill. Mas iria voltar a vê-lo outra vez?
Fechei os olhos e esperei que o sono viesse, coisa que não aconteceu e portanto fiquei o resto da noite a rever na minha memória todos os pormenores do seu rosto de que me conseguia lembrar, todas as revelações que ele me fez e como estava incondicionalmente apaixonada por ele como nunca tinha estado antes por nenhum rapaz e tinha mesmo a absoluta certeza de que ele era o homem da minha vida.

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